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domingo, 3 de junho de 2012

Mais de 400 Amigos do MUDA na Festa do 3º Aniversário






Foi num excelente ambiente de camaradagem e entreajuda que o MUDA celebrou o seu 3º Aniversário no Jardim Público de Terena, no passado dia 27 de Maio.
Todo o almoço-convívio foi preparado por apoiantes do movimento numa demonstração de que se pode fazer muito com poucos recursos desde que exista vontade.
No sua intervenção, em que agradeceu a presença e a colaboração de todos, João Grilo fez um agradecimento especial à equipa “100% dedicada” que tem a trabalhar consigo neste momento e saudou o regresso ao trabalho do vereador Joaquim Galhardas depois da difícil provação pessoal por que passou.
João Grilo, eleito Presidente de Câmara pelo Movimento, fez ainda um balanço dos 3 anos de existência do Movimento e do trabalho desenvolvido à frente dos destinos do município.
Com efeito, fez 3 anos que um grupo de pessoas de todos os quadrantes políticos, cansadas de ver os partidos falhar sucessivamente na politica local decidiram  que o concelho merecia outro rumo, outras vozes, outro respeito pelas pessoas.
Cinco meses depois de ter sido criado o Movimento estava à frente de uma câmara endividada, desorganizada, gastadora, sem credito e sem capacidade de resposta aos fornecedores e agentes locais e num momento de crise nacional e internacional único na nossa história recente e em que as pessoas ainda procuram mais a ajuda da autarquia.
A primeira coisa que mudámos – e não foi pequena – foi o rumo de destruição do concelho que estava a ser traçado! Mais 4 anos de uma gestão autista e megalómana, como parecia inevitável, não teriam deixado pedra sobre pedra neste concelho.
Disseram que num cenário tão difícil não durávamos nem um mês.
Depois era até ao Natal. Depois era um ano. Até que finalmente desistiram e tiveram que admitir que temos a capacidade necessária para liderar o concelho no momento mais difícil da sua história desde que existe poder local democrático em Portugal.

Três anos depois da nossa criação – e 2 anos e meio na câmara municipal – mostram que temos muito trabalho feito do qual nos podemos orgulhar. Arrumamos a casa (embora esse seja um trabalho que nunca está acabado), diminuímos despesa, melhorámos relação com fornecedores,  com as associações, as comissões de festas, concluímos e estamos a concluir obras, planeámos e agora estamos a executar novas obras.

Dizem uns quantos que “ainda não fizemos nada”! Só alguém muito mal intencionado ou muito distraído pode fazer uma afirmação destas.
Vejamos alguns exemplos do que já foi criado neste mandato e está a funcionar: Balcão Único do Munícipe (também em Santiago Maior a partir de 04 de Junho), Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos (alimentação e apoio nas rendas e  melhorias habitacionais), Mostra Gastronómica do Peixe do Rio, Festival Terras do Endovélico, Alandroal ConVida Especial Natal, Alandroal ConVida à Saúde, Cinema de Verão, Universidade Sénior/Escola Popular (com quase 500 alunos), novo Regulamento de Apoio aos Empresários e criação da ASSERAL (Associação Empresarial), novo Regulamento de Apoios à Natalidade  e à Fixação de Jovens,  oferta de manuais escolares ao 1º Ciclo, Eco-loja e oficina móvel (através dos CLDS), ...Isto é não fazer nada ou é fazer muito?
E em desenvolvimento temos a revisão do PDM, a Agenda 21 Local, revisão da Carta Arqueológica, a revisão da Carta Educativa, a Carta Desportiva. O Cinema Digital 3D vai ser inaugurado no final de Junho. Está a ser criado um Gabinete de Desenvolvimento Social para uma resposta ainda mais eficiente em tempo de crise ao coordenar todas as respostas sociais da câmara e dos parceiros sociais. Está a ser criada uma Linha Azul de Transporte Solidário (com início ainda antes do Verão)que uma vez por semana fará transporte gratuito de munícipes entre as aldeias e a sede de concelho. Está a ser criado o Centro de Estudos do Endovélico e um Programa de Ocupação Temporária de Jovens. Isto é não fazer nada ou é fazer muito?

E nas obras, quantas já concluímos neste mandato, nossas ou que vinham do  mandato anterior cheias de problemas e sem estarem pagas?
Praça de República e Rua João de Deus (quase concluída mas sem um cêntimo pago no início do mandato), Estrada da Rouca, Loteamento do Cochicho (zero pago), Loteamento das Caraças (em grande parte por pagar), Reabilitação da Antiga Escola Primária do Alandroal, Campo de Jogos da Aldeia da Venda, intervenções em caminhos rurais em todo o concelho, alargamento da Rede de Iluminação Pública em todo o concelho, pavimentações e melhoria de arruamentos em todo o concelho, eliminação de picagens e renovação de ramais de água em todo o concelho, melhorias habitacionais no âmbito da acção social. Isto é não fazer nada ou é fazer muito?

E  as obras que estão em andamento neste momento: Complexo Desportivo do Alandroal (em obra há vários meses e sem um cêntimo pago no início do mandato), Centro Escolar de Santiago Maior (em obra há vários meses e sem um cêntimo pago no início do mandato), Ligação ER373 centro da vila  e acesso à água em Juromenha, Polidesportivo e Balneários em Hortinhas, Envolvente ao cemitério em Juromenha. Isto é não fazer nada ou é fazer muito?


Quais são as obras que temos estado a planear e a projectar e que vão ser lançadas nos próximos meses, à medida que forem obtidos os vistos prévios do Tribunal de Contas ou os financiamentos comunitários:
Requalificação do Interior do Castelo de Alandroal e Iluminação (início a 11 de Junho), Pólo Escolar de Terena (início até Setembro), Creche de Santiago Maior (aguarda visto), Reformulação de Rede de Águas e Saneamento em Santiago Maior (Casas Novas-Pias-Venda), Requalificação da Capela da Boanova, Requalificação do Caminho Municipal 1109, Rosário-Ferreira (aguarda financiamento), Construção da Igreja de Cabeça de Carneiro, Casa Mortuária de Alandroal (Reabilitação da Capela de S. António), Recuperação do Parque Infantil da Aldeia da Venda, Obras no Cemitério do Alandroal. Isto é não fazer nada ou é fazer muito?

E quais as obras em que temos estado a trabalhar para que venham a ser uma realidade no mais curto espaço de tempo?
Conclusão da Biblioteca Municipal do Alandroal, conclusão da EBI Diogo Lopes de Sequeira e Pavilhão Gimnodesportivo de Alandroal, Posto Médico de Santiago Maior, Parque Verde do Alandroal, Posto da GNR do Alandroal, Centro Interpretativo do Endovélico, Zona Oficinal de Terena, Casa Mortuária de Terena, requalificação do Antigo Posto da Guarda Fiscal de Montejuntos, reformulação de Rede de Águas e Saneamento em Montejuntos e Ferreira de Capelins, reformulação de Rede de Águas e Saneamento na Mina do Bugalho, Polidesportivo da Mina do Bugalho, Área de Acolhimento Empresarial do Alandroal e outros projectos em que estamos a trabalhar distribuídos por todo o concelho...Isto é não fazer nada ou é fazer muito?
Tudo isto é fazer muito! E por causa do endividamento e da redução das transferências, é fazer muito com muito pouco dinheiro disponível em relação ao que se gastou no passado!

Na câmara também mudou e está a mudar muita coisa.
O MUDA tem procurado motivar os trabalhadores do município para serem também eles parte da solução dos problemas e para que se envolvam na tarefa de construção de um concelho melhor.
Mas havia muita coisa que não estava bem.  A verdade é que havia descontrolo no cumprimento de horários, descontrolo nas horas extraordinárias, descontrolo na movimentação de veículos, faziam-se petiscos no estaleiro na hora de serviço e muitos outros problemas que são do conhecimento de todos. Tudo isso mudou e está a mudar e é natural que alguns não fiquem contentes, por que se está a mexer com hábitos, nalguns casos muito antigos.
Mas aqueles que querem trabalhar...e são muitos, são hoje mais respeitados, mais valorizados e tem melhores condições de trabalho.
Também é verdade que continua a haver trabalhadores que não sabem separar as suas preferências politicas dos seus deveres de funcionário público e que contribuem activamente para dificultar as mudanças necessárias.
Todos sabemos, não vamos estar com rodeios, há na câmara muita gente que trabalha muito, muita gente que trabalha além do que lhe era exigido, algumas vezes sem ter todas as condições necessárias ou a compensação merecida... mas também há gente que não quer fazer absolutamente nada. Connosco haverá sempre respeito e valorização de todos os que se dedicam e cada vez menos espaço para os outros!

João Grilo terminou a sua intervenção com um apelo à confiança e à mobilização dos apoiantes do movimento para enfrentar os desafios seguintes:
Estão aqui hoje mais de 400 pessoas. Olhem bem uns para os outros, apreciem este momento e este dia, e saiam daqui com a confiança que mais ninguém neste concelho tem a dinâmica que o MUDA tem, tem as pessoas que o MUDA tem, tem a juventude que o MUDA tem, tem a força que o MUDA tem. Mais ninguém neste concelho tem condições para um projecto de desenvolvimento sério e sólido como o MUDA está a mostrar, já todos tiveram essa oportunidade e não só não a aproveitaram como o concelho ficou no estado em que está.
Passem essa confiança para os vossos familiares e amigos.
Mostrem orgulho em pertencer à grande força política do concelho que não quer voltar ao passado.
Mostrem orgulho por pertencer à grande força política do concelho que está virada para o futuro.
Mostrem orgulho por pertencer à grande força política do concelho feita por pessoas e para pessoas e onde mandam os que aqui estão e onde não manda ninguém que esteja em Évora  ou em Lisboa.
Está nas mãos de cada um de vocês fazer crescer o Muda para podermos continuar todo este trabalho.
Este jardim e este concelho estão cheios de gente séria, honrada, trabalhadora que só quer uma vida melhor para si e para os seus e que está cansada de ser enganada por promessas de partidos e de políticos que só procuram a sua promoção pessoal. 
É para todos vocês e para todos eles que trabalhamos todos os dias.
Muito obrigado por todo o apoio que nos têm demonstrado e que estão aqui a mostrar hoje.
Não imaginam o importante que é para todos nós sairmos daqui com a força que nos transmitem!
Viva o MUDA!
Viva o concelho do Alandroal!”

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