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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

PROGRAMA ELEITORAL - RECOLHA DE CONTRIBUTOS



REUNIÕES SECTORIAIS
para
Recolha de Contributos para o Programa Eleitoral

(abertas a toda a população)



Sede do MUDA
Rua de São Bento, nº 2
Alandroal


Dia 03.09.2009 21h30
Cultura, Educação, Ciência e Tecnologia

Dia 05.09.2009 17h00
Juventude (MUDAJovem)

Dia 07.09.2009 21h30
Turismo, Ambiente, Património e Planeamento Urbanístico

Dia 08.09.2009 21h30
Desenvolvimento Rural e Emprego

Dia 09.09.2009 21h30
Saúde, Acção Social e Habitação Social

Dia 10.09.2009 21h30
Desporto, Lazer e Tempos Livres

Dia 14.09.2009 21h30
Associativismo, Cidadania, Segurança e Protecção Civil


Outros contributos podem ser entregues na sede em qualquer momento ou através do e-mail: mudalandroal@gmail.com

domingo, 30 de agosto de 2009

"MUDA – A Melhor Alternativa"

O concelho de Alandroal está a um passo de mudar nas próximas eleições autárquicas, se apostar veementemente no movimento independente – MuDA! Os eleitores serão os decisivos na escolha do que querem para o seu concelho.
Tivemos oportunidade de ver o trabalho do Partido Comunista durante 27 anos. Reparou-se que, fizeram o melhor, nesse tempo, pelo Alandroal. O melhor, que poderia ter sido mais. Nestes últimos 8 anos, assistimos à governação do PS que, enfim, tentaram dar o seu melhor. Algumas coisas fizeram pelo concelho de Alandroal, mas poderiam ter feito muito mais, se para isso não cultivassem os excessos. Pois bem, cada situação tem a sua altura própria; as coisas não acontecem por acaso, o próprio tempo se encarregou e se encarrega da escolha daquilo que é melhor, para a altura certa. Mas, o mesmo tempo, ajuda-nos a perceber que há-de haver uma altura própria para a mudança, e essa altura, quer que se queira ou não, é esta.
O concelho está cansado de certas e determinadas políticas, de muitas promessas, de muitas obras, de muitos luxos. Tem de se colocar uma alavanca nesta roda que faz girar tantos vícios. A meu ver, o concelho de Alandroal precisa de: um bom gestor, alguém capaz de estar próximo do povo, escutá-lo mais do que ouvi-lo, ajudá-lo nas suas necessidades; uma pessoa responsável, exigente consigo própria, etc. Sem dúvida que essa pessoa, neste momento, é João Grilo.
Muito se tem falado sobre o professor João Grilo, nas más e nas boas coisas, mas, nesta altura, o nosso concelho não terá outra alternativa credível! Repare-se nas pessoas que tem ao seu lado, a vontade que têm de trabalhar e de MuDAR este concelho.
Aos poucos e poucos, e até às eleições autárquicas, teremos que fazer uma reflexão sobre o candidato que iremos escolher, e certo estou que João Grilo será a próxima escolha para o bem do desenvolvimento do concelho.
Eu apoio este movimento – MuDA.
[Texto de um apoiante devidamente identificado]

sábado, 29 de agosto de 2009

MUDA APRESENTA IMAGEM


A imagem procura ser simples e directa.
O “U” a meia altura aproxima-se de um sorriso, uma nota de optimismo e esperança no futuro. O ponto de exclamação no final representa a determinação em mudar o concelho numa luta desigual contra poderes instalados, é um sinal de inconformismo e afirmação. E as cores, amarelo, verde e azul representam o Sol, os campos e o céu do nosso Concelho e do Alentejo.
O que acham?

MUDA VAI A VOTOS!!


Por despacho do Meritíssimo Juiz em turno para o processo eleitoral, as candidaturas do MUDA aos diferentes órgãos do Poder Local no Alandroal, foram ontem aprovadas em definitivo pelo Tribunal Judicial do Redondo.
O caminho faz-se caminhando.
Para os que diziam que não teríamos candidatos, aí estão os 140 candidatos, sem repetições em diferentes órgãos. Para os que diziam que não teríamos assinaturas suficientes, foram recolhidas mais do dobro do mínimo necessário sem fazer uma cobertura exaustiva do concelho. Para os diziam que não teríamos a candidatura aprovada, aqui está a resposta.
E agora vão dizer o quê?
É verdade que tentaram aliciar os nossos candidatos durante a formação das listas (um dia ainda vamos dizer quais os que foram convidados para os primeiros lugares na lista do partido no poder e preferiram aceitar lugares mais modestos na lista do Movimento, ou quais os que recusaram uma promessa de emprego a troco de um lugar na lista), é verdade que os pedidos de certidão nas Juntas de Freguesia desencadearam pressões sobre candidatos, é verdade que junto do Tribunal se tentou de tudo para ganhar na secretaria o que se têm medo de perder nas urnas. É verdade que as pressões continuam para forçar a desistência de candidatos.
Mas acima de tudo, é verdade que estamos cá todos os que começámos este movimento e muitos mais se têm juntado a nós!!
Esta é a nossa força. Venham os passos seguintes deste caminho!

“VISITAS” (IN)CONVENIENTES!


Há quem diga que em política o que é preciso é imaginação para que a realidade possa sempre ser transformada em qualquer coisa de mais interessante para o Povo. O Povo quer é obra e progresso, festa e boa disposição. Não concordamos e achamos que há limites para tudo!
E os limites começam a ser tocados.
Contra a vontade das chefias regionais da GNR acalmada pelo “poder de sugestão” do Governo Civil, o Presidente da Câmara de Alandroal promoveu uma “visita” do Secretário de Estado da Administração Interna ao Posto da GNR de Santiago Maior.
A verdade é que já estamos a antever qual a estratégia que vai ser usada pelo perdido no poder até às eleições para justificar visitas de governantes, cerimónias e beberetes, bandas e hinos, fotografias de família e notícias.
Trata-se de visitar as obras realizadas no passado (longínquo de 4 anos, neste caso) para ver se está tudo bem e a funcionar.
Parece não haver forma de acabar as bibliotecas, estádios, loteamentos, zonas oficinais que foram iniciadas há tanto tempo que se arriscam a ser classificados como monumento nacional no dia em que forem inaugurados ou os arranjos urbanísticos há muito começados ou lançados recentemente que de maneira nenhuma vão chegar a tempo do corte da fita pré-eleitoral. Isto de trabalhar 6 meses em cada 4 anos tem destas coisas! Solução, visitas à obra realizada no passado!
Assim, correndo o risco de fazer futurologia, prevemos que ainda vamos ter o Primeiro-Ministro (ou voltar a ter, para os que acreditam que esteve cá há pouco tempo!) a visitar as instalações do Centro de Saúde ou das Piscinas Municipais – só para ver como é que estão as coisas, que isto convém um governante andar em cima de tudo – e não vão faltar Secretários de Estado para ver se continua tudo bem e a funcionar no Posto Médico de Terena, no fontanário junto ao cemitério no Alandroal ou no Jardim Manuel António Pais e Silva, recordista absoluto de pré-inaugurações, inaugurações e pós-inaugurações, sendo ainda, claro está, merecedor de uma visita oficial de uma Alta Entidade.
É disto que o Povo gosta? Será?

FESTAS OU FESTANÇAS? Músicos, Ilusionistas e Outros Artistas


Muita “água” tem corrido a propósito do “estado das contas” da autarquia alandroalense. Fala-se em esbanjamento, endividamento muito acima das possibilidades e de completa ausência de preocupação com a sustentabilidade financeira da mesma (comprometendo-se os próximos 20 anos, ou mais, de gerações de alandroalenses!).
Os números que mostram o verdadeiro caos financeiro da Autarquia ainda vão aparecer. Até lá, vamos usar um indicador muito mais perceptível por todos: o bom senso.
O bom senso, e uma análise aos concelhos vizinhos e ao país real, diz-nos que é completamente impossível manter o ritmo de gastos e ostentação por muito mais tempo. Quem é que dos leitores não sabe o que custa gerir o orçamento familiar até ao final do mês em tempos difíceis para todos? Não somos piores gestores, apenas mais responsáveis.
Todos sabemos que as receitas da autarquia são fixas e limitadas. Resumem-se às transferências do Orçamento de Estado, aos impostos cobrados e às receitas próprias resultantes da cobrança de taxas e licenças. Poderíamos ainda falar de fundos comunitários, mas esses, são aprovados para fins específicos, correspondem, em regra, a 70% de um determinado projecto e obrigam a câmara a suportar os restantes 30%, ou seja, despesa.
Ora, sabemos que as transferências do Orçamento de estado para a Câmara do Alandroal não aumentaram nos últimos anos. Sabemos que a actividade económica do concelho não aumentou nestes anos, logo as receitas de impostos também não. E sabemos que as receitas próprias são residuais e não vão além de 1% do orçamento.
Por outro lado, todos sabemos que a despesa da autarquia não tem parado de aumentar, quer por boas quer por más razões. Mais obras, mais equipamentos, mais funcionários, mas também mais festas, mais viagens, etc…
Portanto, diz-nos o bom senso que se as receitas não crescem e a despesa dispara, só há uma forma de continuar a manter as aparências: mais dívida! É assim numa câmara como em qualquer orçamento familiar.
Não há outra forma de explicar a gestão da autarquia nos últimos 8 anos. Acumulação de dívida.
Muitos dirão, “não se pode fazer obra sem acumular dívida”! Da mesma maneira que muitos de nós não conseguimos ter a nossa casa ou o nosso carro se não nos endividarmos para isso. De acordo. Mas será que este município se endividou até aos limites do impossível nos últimos anos para ter a “casa” ou o “carro” de que precisa para fazer a sua vida? Ou será que grande parte dessa dívida foi para as viagens, as festas, os luxos mundanos e o essencial ficou por fazer? Quando confrontarmos os números da dívida total da câmara com o que foi efectivamente gasto em “obra” vamos ter uma triste surpresa! E mesmo dessa “obra”, que parte dela é estruturante, geradora de emprego, dinâmica económica ou riqueza futura? Pois…muito pouco! Não são as rotundas com repuxos e os arranjos urbanísticos de praças que mudam um concelho e o preparam para o futuro!
Mas perguntam muitos: Como pode este cenário ser real se a cada data festiva somos confrontados com um programa de festas, sempre da responsabilidade única da autarquia, cada vez mais milionário? Não se conhecem limites orçamentais nem preocupações de transparência e clareza na gestão dos dinheiros públicos. Só interessa manter a ilusão de grandiosidade e se os alandroalenses se deitam cheios de orgulho por ter assistido na sua terra a um espectáculo com o Tony Carreira, acordam com os mesmos problemas de sempre no dia a seguir! É só disto que queremos viver? De ilusões de grandeza?
Quantas vezes já ouvimos que os alandroalenses ”têm o mesmo direito a assistir a grandes concertos que os habitantes dos concelhos vizinhos”? De preferência a custo zero, porque aqui há muitas dificuldades económicas mas, atenção, que já não somos pobres!
Também se quer fazer passar a ideia que “as verbas orçamentadas são para ser gastas, em exclusivo, em festas e festanças, touradas e concertos”. Nada mais errado! O que se gasta em viagens podia ser gasto em acção social, por exemplo. É a autarquia que define as suas prioridades na gestão orçamental!
O bom senso falará mais alto e a teoria do “absurdo” tem os dias contados.
Já agora, por curiosidade, não se conhece no concelho do Alandroal quaisquer necessidade de equipamentos colectivos de apoio aos mais idosos ou às crianças e jovens, de saneamento ou abastecimento de água, de famílias com carências várias?
Conversa gasta, para quem quer passar a ilusão de que tudo está bem e que o Alandroal evoluiu e até já está desenvolvido e à altura dos concelhos vizinhos, apesar de ter partido em clara desvantagem... o Tony até já actuou por duas vezes no concelho em pouco menos de 4 anos!
O Tony Carreira actuou em Reguengos nas Festas de Santo António de Junho passado. A autarquia estabeleceu um preço de entrada de 5 euros e estiveram milhares de pessoas a assistir. Fontes da autarquia local garante que esta receita pagou o espectáculo e ainda ajudou a pagar a restante festa. Mas estamos a falar de Reguengos, um município com pouca disponibilidade financeira, nada que se compare com o Alandroal!


Após a formalização da candidatura do MUDA às eleições autárquicas 2009, estamos nesta altura a preparar o Programa Eleitoral. O nosso primeiro objectivo é envolver a população pelo que, o MUDA convida todos os interessados a participar na elaboração do seu Programa Eleitoral. Queremos, igualmente, apresentar um Programa Eleitoral que seja o reflexo do nosso projecto de futuro para o concelho de Alandroal. Contudo, pretendemos acima de tudo “construir” um projecto viável e sustentável que assente numa realidade objectiva e mensurável, que não tenha por detrás truques virtuais ou teorias e máquinas de fabricar “absurdos”. É por essa razão que tornamos público o pedido formal de informação de carácter financeiro e económico apresentado a todos os órgãos autárquicos do concelho, Câmara e assembleias de freguesia. Acreditamos que só com transparência se pode construir um projecto de futuro para o nosso concelho.
João Grilo


Nota: Uma última nota para mais uma “festança” que se realizou ontem no Parque de Feiras, prova de que a crise também não chegou ao partido no poder. Parece que foi uma festa do PS, mas há coisas difíceis de perceber: a tenda foi montada pela mesma empresa que montou as da Expo, de tal maneira que o estrado em que a mesma assenta ficou logo desde essa altura. A existência de oposição é uma chatice porque obrigou a desmontar e montar uma tenda que podia ter ficado logo montada e que já começou a ser desmotada hoje! Gostávamos de saber quanto pagou o PS por ela! Os funcionários da câmara fizeram limpezas, trataram do som, fizeram convites, venderam senhas, etc…Se estiveram 500 ou 1000 ou qualquer coisa entre estes dois números todos sabemos porquê e nada disso nos impressiona. Contando com os muitos que vieram de fora (a “máquina” do partido não brinca em serviço), os muitos que se sentem obrigados a “picar o ponto” não vá a sua falta ser notada e a perseguição começar, e aqueles a quem deram uma senha na certeza de que a ida ao jantar lhes garantia um futuro emprego na câmara (pois, assim mesmo!), sobra um número amargamente reduzido dos que acreditam que o Alandroal vai no bom caminho! Siga a festa!!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

MUDA na Comunicação Social

Reacção à falta de renovação nos partidos?
CANDIDATURAS INDEPENDENTES MULTIPLICAM-SE POR TODO O PAÍS

São mais de 50 as listas para as câmaras apresentadas por movimentos de cidadãos. Só nos concelhos da corda interior do Alentejo surgiram 11 candidaturas.

O crescente número de candidaturas suportadas por grupos de cidadãos parece ser um dos sintomas da resposta da sociedade à captura das autarquias pelos aparelhos partidários. Mesmo tendo em conta que em muitos casos resultam de dissidências no seio dos partidos, a expressão numérica que o fenómeno atinge nestas eleições não deixa de reflectir uma reacção ao aparente bloqueio que, por regra, as estruturas partidárias impõem aos movimentos de renovação.
[…]
Das 21 listas de cidadãos em 2001, as candidaturas independentes subiram para 27 nas eleições de 2005, mas o número dispara agora para, pelo menos, meia centena…[…]…sendo nos concelhos da corda interior do Alentejo onde o fenómeno parece, desta vez, atingir uma maior expressão. São nada menos que onze os pequenos municípios desta zona do país que vão ser disputados por grupos de cidadãos independentes, alguns resultantes também de cisões partidárias. É o caso de Campo Maior, onde o actual presidente da câmara, João Burrica, avança como independente depois de o PS o ter substituído, ou de Alandroal, onde o actual vice-presidente protagoniza uma candidatura independente em reacção ao facto de o actual presidente, João Nabais (PS), estar a ser alvo de investigações judiciais. Concelhos há também onde lado a lado com as candidaturas dos partidos surgem dois movimentos de cidadãos, como acontece em Marvão, Tomar e Amadora.
[…]

Público, 24.08.2009 pag. 7

NOTA:
Neste artigo, onde se destaca a importância crescente que os movimentos independentes de cidadãos assumem no panorama autárquico nacional, encontramos duas imprecisões que importa clarificar.
Primeiro, como todos sabem, João Grilo, que lidera o MUDA, renunciou ao cargo de vice-presidente da câmara de Alandroal em Março de 2009.
Segundo, embora consideremos que nenhuma investigação judicial do tipo da que está a ser alvo o actual presidente (que para além de não ser tão rotineira como se quer fazer crer) dignifica um concelho na sua imagem e a auto-estima da sua população, a verdade é que ainda acreditamos na justiça e do que ela vier a ditar serão retiradas oportunas elações. Nunca antes disso.
Portanto, não é aqui que residem as nossas principais motivações. Elas estão na resolução dos problemas estruturais do concelho e na apresentação de soluções de governação que melhorem a vida das pessoas e lhes permitam ter esperança num futuro melhor.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O BEIJA-MÃO


“…O beija-mão – um dos ritos favoritos de D. João – era um acontecimento frequente. A cerimónia destinava-se a estabelecer uma ligação entre o monarca e os seus súbditos e estava, pelo menos em teoria, aberta a todos. Os que eram admitidos na sala do trono faziam fila para tocar a pessoa do rei e, entre uma série de genuflexões e reverências cuidadosamente coreografadas, beijavam a mão estendida do príncipe regente, enquanto pediam o favor real...”
“…Fora destas cerimónias programadas, D. João recebia pedidos directamente quando andava pelas ruas, sendo a sua carruagem abordada por vassalos que ajoelhavam diante dela pedindo indultos ou ajuda em aflições financeiras.”

WILCKEN, P. (2006). IMPÉRIO À DERIVA – A Corte Portuguesa no Rio de Janeiro 1808-1821. Porto: Livraria Civilização Editora. p. 120

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

CANDIDATURA FORMALIZADA!




O caminho de um movimento independente faz-se de pequenos-grandes passos que aos poucos nos vão aproximando do objectivo final: ser a alternativa que os municípes deste concelho esperam poder escolher em Outubro próximo.
Nesse sentido, foi dado hoje mais um passo decisivo: a formalização, junto das entidades competentes (Tribunal da Comarca de Redondo) da candidatura do MUDA a todos os órgãos das autarquias locais do concelho para as Eleições Autárquicas 2009.
Neste momento de especial satisfação para todos nós, enaltecemos o verdadeiro trabalho de equipa que nos permitiu chegar até aqui e agradecemos o forte apoio e incentivo que temos recebido da população. É este apoio e este espírito que nos permite afirmar que estamos preparados para os próximos passos, firmes e decididos, no sentido da MUDAnça!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

“ISALTINANDO”


Isaltino Morais foi condenado a sete anos de prisão efectiva e a perda de mandato. Fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais. Como seria de esperar, nada disso o afectou especialmente. Como Fátima Felgueiras e Avelino Ferreira Torres vai-se recandidatar. Até a sentença transitar em julgado, coisa que pode acontecer daqui a muito tempo, Isaltino pode, de facto, continuar a ir a votos. Tudo isto seria diferente se a justiça não demorasse séculos a tomar uma decisão definitiva. Mas, acima de tudo, nada disto seria possível se os eleitores achassem que alguém que foi acusado e condenado por crimes deste género não tem condições para exercer funções públicas. A justiça trata da lei, mas, em democracia, são os cidadãos que tratam da política. Muitos portugueses querem isaltinos no poder e parecem rever-se neles. As leis fazem-se num dia, a democracia demora décadas a construir. E não há leis nem tribunais que substituam a exigência dos eleitores. É o que nos falta.

Daniel Oliveira, Expresso 08.08.2009

"AS AUTARQUIAS SÃO AS OVELHAS NEGRAS DAS CONTAS PÚBLICAS"

As contas das autarquias já provocaram dissabores a vários ministros das Finanças, tanto do PS como do PSD.

…20% registam um endividamento acima do permitido por lei. Muitos autarcas têm este comportamento irresponsável porque compensa politicamente. Como os impostos municipais têm pouco impacto, as pessoas não notam no bolso os gastos excessivos do seu presidente de câmara. Portanto, este tem todos os incentivos para gastar como se não houvesse amanhã. Sendo assim, ou se muda esta situação ou têm de haver penalizações para as autarquias faltosas. O esforço de consolidação orçamental tem de ser generalizado…

Diário Económico, 06.08.2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

ESCLARECIMENTO

“Acho bem que o candidato Grilo mande averiguar quem está por detrás deste blogue, se necessário recorrer às instâncias competentes para salvaguardar o seu bom nome, a sua integridade e a sua liderança política no MUDA.
Sabe-se que um dos truques de [alguns] para lançar a confusão em altura de campanha eleitoral é precisamente nos blogues, fazendo-se passar por quem não é, ou melhor dito, quem na verdade ele é, outras vezes assumindo uma dupla personalidade, onde na verdade é só um, fazendo as perguntas e dando as respostas.
Por isso amigo Grilo agradeço que nos esclareça sobre a veracidade ou não da sua ligação ao endereço...



Caros Amigos,

O MUDA vem por este meio recusar com toda a clareza qualquer associação a um novo blogue que surgiu nos últimos dias e que se serve de uma designação semelhante à do blogue do movimento para insinuar que seremos nós os responsáveis pelo seu conteúdo.
Nada mais falso!
Como é do conhecimento geral, qualquer pessoa pode criar um blogue com uma designação muito semelhante, mudando apenas uma letra, por exemplo, sem que isso tenha qualquer ligação com um blogue já existente.
No MUDA privilegiamos a transparência e assinamos tudo o que dizemos ao mesmo tempo que repudiamos qualquer forma de terrorismo político cobardemente escondido atrás do anonimato.
Infelizmente, esta é uma forma de fazer política que não é nova no Alandroal, já foi vista em anteriores momentos eleitorais revestida de outros formatos (panfleto em vez de blogue) e que assenta na tentativa de vitimização atribuindo ao adversário responsabilidades por “ataques baixos” e falta de ética. O modo como o blogue surgiu e a quantidade de comentários anónimos que imediatamente o tentaram associar a nós é revelador desta estratégia.
Estamos cá para mudar o concelho, mas também para mudar mentalidades e lutar contra esta forma obscura, insidiosa e cobarde de fazer política. Por aí não vamos.
Porque acreditamos que um blogue deste tipo em nada beneficiaria a imagem deste movimento, somos obrigados a concluir que o mesmo foi criado para lançar a confusão, a dúvida e com isso nos prejudicar politicamente.
Como tal, o MUDA vai formalizar uma queixa contra os autores deste blogue junto do Ministério Público e da Comissão Nacional de Eleições.

João Grilo

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

PROCESSO DE RECOLHA DE ASSINATURAS CONCLUÍDO

É com enorme satisfação que anunciamos o fim do processo de recolha de assinaturas com vista à formalização da candidatura do MUDA.
Foi recolhido um número de assinaturas significativamente superior ao mínimo exigido por lei para cada Órgão Autárquico do Concelho.
Agradecemos a colaboração de todos os que depositaram em nós a sua confiança através da sua assinatura.
Apresentamos as nossas desculpas a todos os que, tendo esse interesse, não tiveram oportunidade de o fazer. De facto, devido ao pouco tempo de que dispomos, não nos foi possível fazer mais do que uma pequena passagem por todas as localidades do concelho, numa cobertura muito pouco exaustiva. Esperamos poder continuar a contar convosco.
Anunciamos ainda que todas as listas do MUDA a todos os Órgãos do Poder Local no Concelho estão constituídas e a candidatura será formalizada junto das entidades competentes dentro dos prazos legais.
No devido tempo, será anunciada publicamente a constituição das mesmas.
A todos os colaboradores do MUDA que se envolveram quer na recolha de assinaturas quer no processo de constituição das listas o nosso muito obrigado. Foi um verdadeiro trabalho de equipa, exemplo do espírito que norteia o Movimento e que nos permite encarar os próximos passos do processo com confiança e tranquilidade.
Muito obrigado a todos.

sábado, 1 de agosto de 2009

O QUE EU ACHO (3)...por Elso Balixa

…Para isso temos que compreender, para onde estamos nós a ir, para onde queremos ir e para onde vai o concelho: em toda a sua complexidade... Uma das nossas maiores qualidades que podemos portanto ter é sermos curiosos.

Por isto devemos reflectir muito bem e tentar compreender a mudança em toda a sua amplitude. Depois devemos recebê-la decididamente de braços abertos.
Como diz o provérbio: “Pensar devagar. Agir com rapidez”.
Façam isso, eu vou tentar fazer o mesmo.
Venho até vocês para anunciar algo que realmente já sabemos mas não nos damos conta da proporção que estes factos terão se não tomarmos as devidas precauções imediatamente.
Estamos em caos. O nosso concelho depara-se com falta de emprego, falta de ideias, falta de investidores, falta de confiança, falta de regras, falta de cultura, escândalos no núcleo do governo da autarquia, enfim as mais diversas formas de degradação de uma sociedade.
Para se governar o concelho hoje, o presidente não tem de fazer valer a sua posição, mas sim saber-se utilizar da democracia, e das ideias de todas as outras pessoas que os munícipes depositaram confiança há 4 anos atrás, e até de habitantes que nada tem em comum com o núcleo de poder na autarquia.
O próprio governo do nosso país segue o mesmo caminho, fazendo parcerias com empresas privadas que muitas vezes são de propriedade dos próprios participantes do governo.
O governo da nossa autarquia investe em tudo: viagens, festas, empreendimentos desnecessários, ou seja, investiu em tudo aquilo que não pode trazer retorno, não é o caso de saneamento básico e escolas públicas no ponto de vista deles, apenas tentam ludibriar o povo com promessas que caem no esquecimento. Não seria de obrigação de um político assinar um documento na frente dos meios de comunicação com suas metas para seu mandato? E não deveria ser expulso do seu cargo caso não demonstrasse a sua real capacidade de cumprir este documento?
Mas o poder instalado não permitirá mudanças!?
Escrevo este texto neste instante tentando desesperadamente fazer alguma coisa! Não é possível que não percebam que a situação nunca irá melhorar com nosso modo de governo ridiculamente enganoso, lento e cheio de artimanhas para atingir um só resultado a ser apresentado à população: O nada.
Podemos sim exigir um governo útil, podemos sim acabar com todo o sistema actual.
Existem várias soluções para o concelho, mas nenhuma delas é isolada, temos de parar com esta atitude mais que infantil de achar que os problemas dos outros não são nossos problemas, ou nós queremos esperar que os problemas se resolvam por si próprios?
Mas a solução não é só dar a cara por um movimento ou partido, seres humanos normalmente aprendem observando, aprendem pelo exemplo. O exemplo actual é o de políticos a “ safarem-se bem” todos os meses com os ordenadões, os euros de plástico a fundo perdido, não podemos esquecer também dos presidentes de junta que já ficaram viciados exactamente no mesmo, é assim até dizerem chega e depois renunciam ou acabam o mandato e simplesmente não lhes acontece nada. Vamos deixar que esta situação se prolongue até quando? Até quando morrermos? Até quando todas as famílias abandonarem a nossa terra.
Eu peço ao munícipes que parem para pensar somente por um instante num todo ao invés de si próprio. O que queremos para nós? Queremos ficar por aqui isolados de tudo e todos? Será que queremos trabalhar a semana inteira e quando resolvermos passear termos de ir até aos concelhos vizinhos? Ou no pior dos cenários, será que trabalharemos uma semana inteira?
A solução é simples e prática como estou a dizer, ganhou milhares e defraudou o povo... É condenado a sair.
Por que temos de ser complacentes com os devaneios com o dinheiro público?
Parem para pensar e parem de acreditar em tudo que lhe mostram. Este texto é apenas uma alfinetada nos vossos pensamentos, não é possível que nem com estímulos os munícipes não reajam!
Já escrevi o bastante para tentar abrir os olhos de algumas pessoas pelo menos, mas se não houver soluções para a maioria dos problemas aqui apresentados a validade deste texto pode chegar mesmo a zero. Para haver soluções temos de MUDAr esta politica.
Obrigado.