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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

CUSTOU, MAS FOI!

Há mais de um ano que a senhora presidente devia este esclarecimento à população!


Rádio Campanário:

“A divida real da Câmara Municipal de Alandroal não é de 30 mas de 22 milhões de euros", afirma autarca Mariana Chilra (c/som)

“A divida real da Câmara Municipal de Alandroal não é de 30 mas de 22 milhões de euros" a afirmação é da presidente da Câmara Municipal de Alandroal, Mariana Chilra à Rádio Campanário.
A autarca, depois de questionada por esta Estação Emissora diz que “muito se tem falado sobre a falta de informação sobre a divida da câmara, para se saber qual é a divida real, há que fazer contas e por isso as nossas prestações de contas, as que estão publicadas no site da câmara, vão ser confrontadas com valores do passivo e não da divida real da câmara”, realçando, ”o passivo da câmara tal como nós informamos as pessoas rondará os 30 milhões de euros, o valor da divida real da câmara era no final do ano de 2013 superior a 21 milhões de euros, essa divida em termos reais foi reduzida em cerca de 1 milhão e meio de euros pelas contas que nós temos apuradas, fizemos vários pagamentos, dos anos que estão para trás, continuamos ainda a pagar 2009 mas tem havido um esforço muito sério para irmos pagando aquilo que está para trás porque somos obrigados a pagar o que está para trás e a cumprir a lei”.
A autarca diz crer “que a divida no final do ano de 2014 será à volta de 22 milhões de euros porque entretanto nós pagamos à volta de 1 milhão e meio e conseguimos reduzir em termos efetivos com pagamentos feitos sobretudo a fornecedores a quem temos vindo a pagar todos os meses”.
Mariana Chilra diz ainda, “fomos obrigados a registar divida que não estava registada, superior a 1 milhão e meio de euros e estamos a falar de valores que estão a ser retidos neste momento de candidaturas, uma vez que tinham sido pedidos e a câmara não tinha cumprido com o pagamento, o caso da biblioteca, tal como de outras candidaturas que não foram cumpridas ou que os números não batiam certo, o caso da zona oficinal de Santiago Maior, da zona industrial, da última Expoguadiana e de uma obra da Santa Casa da Misericórdia de Terena, só estes valores rondarão os 700 mil euros, é isso que a câmara vai ser obrigada a devolver em prestações mensais de 19 mil euros”, acrescentando, “calculamos que no final das contas apuradas vamos ter uma dívida real e efetiva de cerca de 22 milhões e meio de euros, um valor dramático para a Câmara Municipal de Alandroal”.
A finalizar a autarca refere, “se não conseguimos aumentar a nossa receita de maneira a cobrir a despesa que temos, só há uma forma e essa forma é reduzir despesa e é isso que nós temos feito, mas vamos ser obrigados a carregar em cima das pessoas por causa das regras do Fundo de Apoio Municipal”.

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