Alandroal: Município oferece manuais escolares a todas as crianças do 1.º ciclo do ensino básico
20 de setembro de 2011, 11:20
@Lusa
Alandroal: Município oferece manuais escolares a todas as crianças do 1.º ciclo do ensino básico
20 de setembro de 2011, 11:20
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A coberto do mais cobarde anonimato, algumas pessoas estão a tentar lançar confusão e mentira sobre algumas aquisições por ajuste directo da Câmara Municipal de Alandroal, todas elas devidamente justificadas e enquadradas em candidaturas a fundos comunitários que suportam a maior parte do investimento.
Só por manifesta má fé se tenta passar a ideia de que é dinheiro que sai na sua totalidade dos cofres da câmara.
O pior é que quem isto afirma, sabe muito bem o estado de degradação financeira em que a câmara ficou e que esta é a única forma do Município fazer investimentos!
1º Exemplo:
Município de Alandroal • Solercine - Projectos e Equipamentos Cinematográficos e Audiovisuais, Lda. AQUISIÇÃO E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE CINEMA DIGITAL 3 D PARA A SALA DO FORÚM CULTURAL TRANSFRONTEIRIÇO DE ALANDROAL 71.345,17€ 31-05-2011
Este equipamento é financiado em 70% pela Rede “Terras do Sol”, candidatura conjunta de vários municípios do Alentejo Central;
Ou seja, o município vai pagar apenas 21.403,55€ por este equipamento;
Na mesma candidatura foram adquiridos equipamentos idênticos e nas mesmas condições pelos municípios de Redondo, Reguengos de Monsaraz e Portel;
O equipamento a ser instalado permite a exibição de qualquer filme em suporte digital e não apenas em 3D;
As distribuidoras de filmes vão abandonar muito em breve a distribuição de filmes em película (“bobines”) no circuito comercial, passando toda a distribuição a ser feita em suporte digital.
O suporte digital é mais fácil de distribuir, mais fiável e com menores custos associados, quer de transporte quer de exibição e representa um extraordinário salto qualitativo do ponto de vista do espectador;
Por tudo isto, o MUDA não pode tomar outra posição que não seja o apoio incondicional a esta opção estratégica do executivo camarário, que mostra capacidade de antecipar acontecimentos e fazer as opções correctas sem comprometer o futuro do concelho.
Bombeiros Voluntários de Alandroal já têm embarcação de resgate e salvamento
Autarquia entregou embarcação, equipamento de mergulho e cursos de preparação
A partir de hoje os Bombeiros Voluntários de Alandroal já podem contar com um barco de resgate e salvamento para operar na área do concelho, nomeadamente, no Lucefecit e em Alqueva, onde o município tem mais de 60 km2 de margem. A embarcação, disponibilizada pela Câmara Municipal de Alandroal através do Serviço de Protecção Civil, era há muito desejada pela corporação, que era uma das poucas do distrito de Évora a não dispor deste tipo de equipamento.
Trata-se de uma embarcação semi-rígida, com cerca de 5 metros e capacidade para dez pessoas, especialmente concebida para navegar em águas paradas, em serviços de salvamento, prevenção e emergências. Além do próprio barco, o pacote de equipamento entregue pela autarquia alandroalense, contempla ainda dois conjuntos completos para mergulho e um curso de formação para quatro pessoas.
A embarcação, com o valor de cerca de 40 mil euros, é financiada em 70% por fundos comunitários, através do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP), no âmbito do “Projecto Estruturante para o Desenvolvimento das Terras do Grande Lago Alqueva - PEGLA”, aprovado em 2008 e liderado pela Associação Transfronteiriça dos Municípios das Terras do Grande Lago Alqueva (ATMTGLA), de que o município de Alandroal faz parte.
Por ocasião da cerimónia de entrega da embarcação, que decorreu hoje ao final da tarde no quartel dos Bombeiros Voluntários de Alandroal, o Presidente da Câmara de Alandroal, João Grilo, afirmou que “para a autarquia esta é uma forma de demonstrar o nosso apreço e reconhecimento pela acção nobre e meritória dos bombeiros voluntários, assim como pelo enorme esforço que a direcção e o corpo activo fazem para estar perto das populações, apesar das dificuldades com que se debatem neste momento particular”. “Pela nossa parte, estaremos sempre ao lado dos bombeiros para ajudar no que for possível” afirmou ainda o autarca.
Nesta linha, foi recentemente celebrado um protocolo de colaboração entre as duas entidades que vem criar mecanismos regulares de apoio e cooperação. Para além disso, o município suporta ainda 50% dos vencimentos da Equipa de Intervenção Permanente, constituída por 5 elementos.
Sistema do Alandroal tem 30 anos
A Câmara Municipal do Alandroal vai investir, mais de um milhão de euros, na requalificação da rede de abastecimento de água e saneamento do concelho, para melhorar um sistema com 30 anos e com graves deficiências.
Em comunicado, a autarquia informou já ter aprovado três projectos de requalificação, sendo que vai contar com financiamento comunitário. A requalificação vai abranger as localidades de Aldeia de Pias, Aldeia da Venda, Casas Novas de Mares, Ferreira de Capelins e Montejuntos e a ampliação da rede de saneamento de Casas Novas de Mares. Segundo a autarquia, estes três projectos e outros, ainda em elaboração, totalizam um investimento total de 4,4 milhões de euros e deverão estar concluídos até 2013. Com estes investimentos, a Câmara quer "contribuir para a melhoria do serviço prestado à população".

Festas de Setembro e Semana da Juventude 2011 em Alandroal: Manter tradições e apostar na juventude sem esquecer a sustentabilidade
A partir do próximo dia 31 de Agosto, e até dia 5 de Setembro, o Alandroal volta a encher-se de luz, cor, alegria e animação, com a Semana da Juventude e as Tradicionais Festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição.
O município tem vindo a conseguir reduzir sucessivamente os orçamentos das festividades cuja organização tem a seu cargo, fruto de uma planificação mais exigente, de um maior envolvimento dos agentes locais e do recurso a fundos comunitários, como já aconteceu com o Festival “Por Terras do Endovélico”. Sem esquecer que as festas tradicionais são também importantes momentos de promoção do concelho e de dinamização da economia local, o município não separa a procura da sustentabilidade dos eventos das preocupações com o momento que o país vive e cujas ondas de choque também se fazem sentir no Alandroal.
O presidente da autarquia alandroalense, João Grilo, refere que “tudo o que conseguirmos poupar nas festividades – sem comprometer e qualidade e a dignidade das mesmas – pode ser canalizado para questões sociais mais prementes como o apoio às famílias, às crianças e aos idosos”. “Penso que os nossos munícipes compreendem e apoiam esta política da autarquia, importante em qualquer momento mas fundamental nos tempos que agora vivemos”, afirmou ainda João Grilo.
Assim, para os dias 31 de Agosto e 1 e 2 de Setembro, dedicados em especial à juventude, a Câmara Municipal de Alandroal, em colaboração com as associações do concelho, preparou um programa especialmente dedicado aos jovens, mas que promete agradar a todos. Concertos, animação nocturna com Dj´s nacionais e locais, garraiadas e actividades desportivas, são alguns dos eventos preparados para o Festival da Juventude. A noite de sexta-feira, dia 2 de Setembro, reserva ainda uma grandiosa Corrida de Toiros, onde actuarão alguns dos melhores cavaleiros nacionais.
Já para as tradicionais festas em honra de Nossa Senhora da Conceição, a autarquia preparou um programa amplamente diversificado, em que todos vão encontrar motivos para sair à rua e participar nas festividades. O momento alto é esperado na noite de Sábado, num concerto inédito e único, que vai juntar em palco a banda “Anjos” e a fadista Mafalda Arnauth.
As tasquinhas tradicionais, os bares, bem como várias outras manifestações culturais, de onde destacamos a actuação da Banda do Centro Cultural de Alandroal acompanhada da Orquestra Ligeira da Quinta do Anjo, completam um cartaz repleto de motivos de interesse para todos os alandroalenses e para todos aqueles que visitam o concelho nesta altura. Consulte o programa detalhado em www.cm-alandroal.pt ou em www.facebook.com/cmalandroal.
Fonte: Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Alandroal
Como todos sabemos, o consumo de água por parte da população dispara nos meses de verão,chegando, em muitos casos, a triplicar em relação aos consumos de inverno.
O sistema de abastecimento que serve as populações do concelho não sofreu qualquer melhoria ou ampliação nos últimos 30 anos, enquanto o número de utilizadores e os correspondentes consumos foram sempre aumentando até hoje, pelo que o sistema se encontra ultrapassado e desajustados das necessidades actuais.
Ao mesmo tempo, as condutas existentes estão envelhecidas, não comportam o caudal necessário em determinados períodos de ponta, e são frequentes as roturas na rede de água dada a antiguidade das mesmas.
Por outro lado as reservas hídricas dos furos começam a apresentar sinais de sobre-exploração nas épocas mais exigentes, ou seja, no verão.
Ao entrar no sistema das Águas do Centro Alentejo, em 2003, o município assumiu a realização de obras na rede “em alta” (condutas adutoras), designadamente a eliminação de picagens, de modo a que estas pudessem ser recebidas por esta empresa para reconversão. Estas obras só se iniciaram de forma consistente neste mandato.
Por outro lado, no que diz respeito à rede “em baixa” (condutas de distribuição) – que continuará a ser da responsabilidade do município – e onde as necessidades de remodelação e ampliação são prementes e já eram urgentes há 10 anos, constatámos que não existia na câmara qualquer projecto de execução elaborado.
Assim, este executivo definiu de imediato como prioritária a intervenção nesta área.
No Documento de Enquadramento Estratégico, elaborado para o sector das águas no início do mandato, foi definido que será necessário um investimento total de 4,4 milhões de euros até 2013.
Neste momento estão já elaborados e submetidos a candidatura projectos no valor de 1 milhão de euros que procuram resolver os maiores problemas de abastecimento em Santiago Maior, Ferreira de Capelins e Montejuntos. O município apenas aguarda a aprovação do correspondente financiamento comunitário para arrancar com as obras.
Porem a curto prazo, e até que a realização das obras de remodelação do sistema traga os benefícios necessários, é fundamental a adopção por todos nós de procedimentos que permitam a redução e controlo dos nossos consumos de água.
O Município lança o apelo à população que adopte comportamentos ambientalmente mais sustentáveis, moderando o consumo de água nos meses de verão, eliminando gestos como as lavagens de carros ou rega de quintais. Ao reduzir o consumo, a qualidade do serviço melhora substancialmente, uma vez que o sistema não vai estar a operar em sobrecarga. Se cada um gastar menos, sobra mais para todos e com melhor qualidade.
Em clima de grande camaradagem, mais de centena e meia de amigos e apoiantes do MUDA estiveram presentes no almoço de celebração do 2º aniversário do movimento. Foram muitos os que devidos a férias ou afazeres profissionais não puderam estar presentes mas que fizeram chegar as suas mensagens de solidariedade e felicitações.
João Grilo fez um balanço destes dois anos de vida do movimento marcados pelo ano e meio há frente dos destinos da câmara.
Depois da sua criação e de “5 meses absolutamente inesquecíveis” o movimento viu reconhecida nas urnas a solidez da sua proposta e teve que imediatamente assumir a “responsabilidade de tomar as rédeas de um concelho à deriva”. Foi um momento que exigiu muito de todos mas soubemos dar resposta.
Temos provado todos os dias que somos um movimento com as pessoas, com as soluções e com a capacidade de elevar o concelho aos níveis de desenvolvimento que merece e que a cada dia ganha reforçada confiança dos nossos munícipes.
Os presentes manifestaram a sua total solidariedade e apoio à linha de actuação que o presidente João Grilo têm vindo a imprimir na autarquia, no cumprimento do programa eleitoral do MUDA e na defesa dos valores da justiça, da igualdade, da fraternidade e da honestidade que o movimento preconiza.
Por seu lado, João Grilo agradeceu a todos os que dão tudo no seu dia a dia pelo movimento e as generalizadas demonstrações de apoio e confiança na sua liderança uma vez que são essas demonstrações que contribuem de forma decisiva para a “força e a determinação para enfrentar todas as dificuldades” assim como para “ser mais exigente comigo próprio e com todos os que me rodeiam” porque só com “total e absoluta dedicação” se pode “estar de consciência tranquila de que estamos a fazer tudo para cumprir o que prometemos às pessoas”. João Grilo, pediu a todos um maior envolvimento na vida do movimento e do concelho, como forma de ajudar a cumprir os nossos objectivos e ultrapassar as dificuldades que todos sentimos pelo momento de crise que atravessamos.
Depois de oito anos de “vacas gordas” que afinal não eram gordas mas apenas “inchadas” (uma vez que se viveu sempre uma aparente riqueza disfarçada pelo endividamento) para fazer floreados, cabe ao MUDA a difícil tarefa de gerir uma autarquia em tempos de “vacas magras”, com grandes dívidas às costas e com as necessidades básicas da população a aumentarem todos os dias.
“Estamos cá para enfrentar com firmeza este desafio e provar que a nossa forma de estar na politica, colocando as pessoas em primeiro lugar, é aquela que este concelho precisa.
Foi dada a palavra a todos os que quiseram usar dela para manifestarem as suas opiniões, anseios e perspectivas, num clima descontraído e de grande abertura que sempre caracterizou os encontros do movimento.



“Por Terras do Endovélico” Volta a Promover Alandroal


O espaço em que nos encontramos teve a sua primeira pedra lançada no dia 6 de Fevereiro de 1294 por ordem de D. Lourenço Afonso, Mestre da Ordem de Avis – no reinado de D. Dinis – e foi concluído em 24 de Fevereiro de 1298, ou seja 4 anos mais tarde.
Desde então, passaram mais de 700 anos. 700 anos da vida de um povo foram vividos a olhar para estas muralhas. 700 anos da vida de um povo foram vividos dentro destas muralhas. O espaço passou por muitas transformações, algumas ainda bem vivas na memória de muitos, outras que se foram perdendo no tempo.
Ao apresentarmos hoje um projecto de requalificação do espaço público e iluminação do castelo do Alandroal, estamos conscientes da responsabilidade que esta acção acarreta e do importante que é aproximar novamente este espaço da vida dos alandroalenses, dotando-o das infra-estruturas necessárias mas sem beliscar a sua essência.
Penso que o projecto do arquitecto Manuel Aires Mateus – que daqui a pouco nos fará uma breve apresentação do mesmo – capta na perfeição este espírito e é para nós um prazer enorme tê-lo a trabalhar connosco.
A riqueza do património material do concelho do Alandroal – com destaque para os “três castelos” – é tão evidente, quão evidente é o estado de degradação e abandono em que o mesmo se encontra. Não apontamos o dedo nem procuramos culpados. Estamos virados para o futuro e para o que podemos fazer daqui para a frente.
Este executivo que tenho a honra de liderar decidiu definir como prioridade contrariar esta realidade por todos os meios ao nosso alcance. Para além do castelo do Alandroal, estamos apostados em reabilitar a Fortaleza de Juromenha, vamos intervir em breve na Capela da Boanova, estamos a estudar possibilidades para o Castelo de Terena, estamos a preparar a requalificação da emblemática Fonte Monumental, a “Fonte das Bicas”, estamos a rever a Carta Arqueológica do Concelho e temos projectos para S. Miguel da Mota e para o Endovélico.
Não o fazemos por vaidade ou com o simples objectivo de embelezar monumentos para mostrar ao visitante. Preservar o património é, em simultâneo, dar-lhe novas funções e vivências para que este possa continuar a cumprir a sua missão, como o tem vindo a fazer ao longo dos séculos: ser espaço definidor de identidades, espaço de conhecimento, de partilha e de cultura.
Porque uma das nossas mais fortes apostas é na cultura. Não naquela visão redutora de cultura como “oferta cultural”. Não naquela visão redutora de cultura como uma forma de gastar o dinheiro dos impostos em actividades e eventos com fins recreativos. Mas sim numa visão de cultura como a expressão da memória de um povo, da sua história, do seu património, das suas raízes e do modo com estes se entrecruzam na sua vivência diária.
Uma visão de cultura como expressão da identidade de um povo e com justificado motivo de orgulho local. Uma visão de cultura como factor de diferenciação e motor de desenvolvimento. Porque é também de desenvolvimento sustentado que falamos. Apostar no património material e imaterial do concelho como um produto de elevada qualidade e dinamizar os espaços com vida cultural aumenta a atractividade e o número de visitantes, com reflexos directos no turismo e na economia local.
Por isso, não nos limitamos hoje a apresentar esta importante obra. É também nosso objectivo que este espaço venha a acolher, já no verão do próximo ano, um importante festival de música com características únicas no país e com o potencial de envolver toda a região. Um festival que vá de encontro aos munícipes, entrando na vida do concelho com a naturalidade de algo que aqui tem origem e não como algo importado de fora. Um festival que aposta na complementaridade de dois géneros musicais fundamentais da identidade cultural do mundo ocidental: a música erudita e o jazz, mas onde projectos de cariz mais popular também terão o seu espaço. Um festival que nasce no castelo mas que se estende até ao céu estrelado de uma qualquer das aldeias do concelho. Um festival onde a ópera chega ao público com toda a magia do teatro musical mas com proximidade e envolvência. Um festival que vai muito além do momento em que está a acontecer e que ao longo do ano envolve os músicos da região em acções de formação e de divulgação contribuindo para o seu desenvolvimento musical, ao mesmo tempo que trás até ao concelho residências de artistas consagrados ou estágios de jovens músicos de todo o país. Um evento para o qual temos a sorte de contar com a direcção artística do maestro Pedro Moreira, que entre outros aspectos relevantes de um vasto currículo na música, desempenha actualmente o cargo de director da Escola Superior de Música de Lisboa (e que temos o prazer de ter aqui connosco hoje).
E agora a pergunta que todos se colocam: muito bem, mas onde está o dinheiro para fazer tudo isto? Bem, acreditamos que com os patrocínios certos e os financiamentos disponíveis este festival será uma realidade sem implicar um avultado investimento da autarquia. Trabalhar bem e com pouco dinheiro é o nosso dia-a-dia! Aliás, permitam-me que clarifique algo que também anda em muitas cabeças: sim, o espectáculo de hoje é totalmente financiado por fundos comunitários a que o município tem acesso para a dinamização dos castelos e apenas para esse fim!
Quero ainda salientar que não ficamos por aqui, no que à cultura diz respeito. Vamos arrancar já com uma “Agenda Cultural de Verão” que vai trazer animação ao coração da vila. Quero anunciar também aqui hoje, o regresso do Fórum Cultural à actividade regular já em Setembro próximo, mas em moldes muito diferentes dos anteriores. Em primeiro lugar, com uma aposta clara em actividades que envolvam as pessoas muito para além do papel de espectador passivo. Em segundo lugar com o reavivar de tradições adormecidas. E em terceiro lugar, com a aposta na qualidade e na excelência. Em Setembro vamos relançar a programação regular de cinema com um novo sistema digital 3D.
Por fim, permitam-me alguns agradecimentos: À Sra. Directora Regional de Cultura e a toda a sua equipa, aqui representada pelo Dr. António Carlos Silva. Sem a estreita colaboração que sempre nos proporcionaram neste e noutros projectos em que estamos envolvidos, a meu ver exemplar naquilo que deve ser o trabalho entre os serviços desconcentrados da administração central e as autarquias. Ao arquitecto Manuel Aires Mateus, por ter abraçado este projecto sem hesitar e pelo modo como se está a envolver com este Concelho. Ao maestro Pedro Moreira, pela total disponibilidade e grande entusiasmo para dirigir o festival que hoje apresentamos. Ao José Pedro Gil, por entre outras muitas qualidades, ter o dom de saber juntar as pessoas certas para que as coisas aconteçam e por fazer o favor de ser um grande amigo nosso. A toda a minha equipa política e técnica que acompanhou de forma inexcedível todo o processo que nos trouxe até aqui, hoje. Recordo que este é um projecto idealizado, projectado e candidatado na sua totalidade no decurso deste mandato! Ao Mário Laginha e aos Aduf que vamos ter o prazer de escutar daqui a pouco.
A todos os presentes, porque é desse lado que vem a força para continuarmos com determinação no rumo que definimos para o concelho. Quero lembrar-vos que todo este trabalho tem como objectivo final desenvolver o património mais importante de todos: as nossas gentes!
(Foto: Rádio Campanário)