Seguir por Email

quarta-feira, 27 de abril de 2011

25 de Abril 2011 - Intervenção do Presidente da Câmara

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal,

Srs. Vereadores, Srs. Presidentes de Junta e restantes autarcas,

Minhas senhoras e meus senhores,

Caras amigas, caros amigos,

Quero antes de mais felicitar a Sra. Presidente da Junta pelo trabalho seu trabalho que hoje inauguramos e pelo modo como estamos a ser e sempre fomos, bem recebidos nesta terra. Este trabalho é a prova de que com o apoio certo da câmara, as juntas de freguesia, com a sua dinâmica própria, podem fazer a diferença ao serviço das populações.

Celebramos o 25 de Abril num momento de profunda crise que a todos nos levanta dúvidas quanto ao futuro! Não adianta perguntar como chegámos aqui. Já todos vamos percebendo como. Importa saber como vamos seguir em frente.

Todos sabemos também que no concelho enfrentamos dificuldades acrescidas face ao estado de quase falência em que ficámos. A autarquia, por sua vez, lida todos os dias o melhor que pode com uma situação financeira no limite de sustentabilidade enquanto procura recuperar dos excessos do passado.

Se não fosse a pesada dívida que temos às costas teríamos, à partida, mais margem de manobra e mais capacidade de resposta. Não é motivo para baixarmos os braços...

Nas últimas eleições os munícipes deste concelho escolheram ser governados por quem lhes prometeu verdade, honestidade, transparência e muito trabalho para mudar o concelho.

Porque prometemos verdade, não escondemos as dificuldades que enfrentamos.

Porque prometemos honestidade, não prometemos aquilo que não podemos cumprir.

Porque prometemos transparência prestamos contas todos os dias das nossas acções.

Porque prometemos muito trabalho, é a trabalhar no concelho e para o concelho que ocupamos o nosso tempo.

E porque prometemos a mudança, sabemos que apesar das dificuldades não nos podemos afastar desse caminho.

Tenho sentido que é um caminho difícil e cheio de obstáculos. Sempre foi assim o caminho dos justos. Não esperava outra coisa.

Há quem prefira meias verdades à verdade completa.

Há quem prefira que lhes vendam ilusões à honestidade.

Há quem prefira a dissimulação à transparência.

E há quem prefira fingir que trabalha a trabalhar a sério.

Mas tenho sentido também muito apoio e muita compreensão e como tal acredito que a grande maioria dos nossos munícipes não só quer que continuemos assim, como exige que continuemos assim, porque já foram demasiado enganados no passado.

E é esse o nosso compromisso que hoje aqui reforço: continuar a trabalhar com verdade, honestidade, transparência e dedicação absoluta.

37 anos depois do 25 de Abril de 1974, pode haver quem se sinta desiludido com o ponto em que estamos. Quem pense que muitas das promessas de Abril estão ainda por cumprir e outras parecem hoje mais distantes.

É verdade que enfrentamos tempos incertos, mas não tenhamos a mais pequena dúvida, as dificuldades da vida democrática são sempre preferíveis às promessas da ditadura.

A liberdade precisa de ser reforçada todos os dias com empenho, com disponibilidade, com acções concretas.

Este é um momento em que a sociedade civil deve dar o seu contributo máximo e não ficar apenas à espera que os políticos resolvam!

Hoje, mais do que nunca, devemos estar unidos pelo concelho, unidos pelo país, unidos pela democracia, unidos pela nossa forma de vida e pelo futuro dos nossos filhos!

É neste sentido que temos trabalhado de modo especial para enfrentar a crise. Apesar das dificuldades, temos procurado desenvolver, desde o início do mandato, um trabalho de resposta atempada, de proximidade e de compromisso com o que a população espera da Autarquia.

Procuramos não defraudar as expectativas dos fornecedores locais e pagar a tempo e horas.

Estamos atentos aos nossos compromissos na educação, na acção social (cartão social do idoso) e noutras respostas.

Não descurarmos a construção de um projecto de futuro para o concelho com os pés bem assentes na terra, através de um significativo conjunto de medidas de apoio aos empresários e à economia local.

Para além de tudo o que já está no terreno, estamos a preparar novas medidas para aumentar a nossa capacidade de resposta social em tempo de crise.

Temos em fase de discussão pública um Regulamento de Intervenção Social no Município de Alandroal que pretende constituir-se como um plano de acção social direccionado às famílias em situação de pobreza ou carência financeira motivadas por situações de desemprego de um ou dois elementos do agregado familiar.

Paralelamente, estamos a preparar um protocolo com o Centro Social e Paroquial de Alandroal para um reforço da valência “família e comunidade” que apoia directamente os mais necessitados.

Vamos formalizar um protocolo de colaboração com os Bombeiros Voluntários de Alandroal para garantir que estes vão ter condições para estar próximo das pessoas quando são necessários.

E por fim, porque em tempo de crise é particularmente importante que estejamos todos do mesmo lado na procura de soluções, vou promover a criação de um Conselho Consultivo Municipal, constituído por membros da sociedade civil do concelho, para enriquecer o debate e ampliar a reflexão sobre o rumo a traçar.

Nos nossos quase 900 anos de história já mostrámos muitas vezes que somos um povo capaz de enfrentar as maiores dificuldades e seguir em frente.

O povo sempre soube, nas mais diversas situações, escolher os políticos que o país ou que o concelho precisavam. Acreditamos que somos, hoje, o exemplo disso!

É nos momentos difíceis da vida e da política que os homens e mulheres se distinguem uns dos outros. Os que lutam por construir e não deixam de acreditar num futuro melhor para todos e os que, pelo contrário, vêm na política um meio para outros fins.

Quero destacar aqui dois homens, dois filhos desta terra onde estamos, que tem sabido estar do lado certo nos momentos difíceis colocando os interesses do concelho acima de tudo.

O Vereador Costa que tem colocado a sua experiência e trabalho continuado ao serviço do desenvolvimento desta freguesia e deste concelho, mesmo quando já tinha provas dadas e quando teria sido muito mais fácil nada fazer.

O Vereador Galhardas que nunca virou as costas às dificuldades e no momento certo não hesitou fazê-lo mais uma vez.

Quero dizer-vos que tenho absoluta confiança nestes dois homens para enfrentarmos juntos os desafios que ai vêem.

Estendo esta confiança a toda a minha restante equipa e a todos vós. Porque a vossa ajuda é fundamental para o sucesso da nossa missão. Juntos fazemos a diferença todos os dias.

Viva o 25 de Abril,

Viva o Concelho do Alandroal,

Viva Portugal.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

25 de Abril 2011


O MUDA convida toda a população a associar-se às comemorações do 25 de Abril promovidas pela autarquia!

Manuel Aires Mateus assina Requalificação do Castelo de Alandroal


Município vai Avançar com Requalificação do Interior e Iluminação com Financiamento Comunitário

Aires Mateus é um dos mais conceituados arquitectos portugueses da actualidade sendo responsável por projectos tão emblemáticos como o Centro de Monitorização e Investigação das Furnas, na Ilha São Miguel Açores, ou o Museu do Farol de Santa Marta, em Cascais. Vence o concurso de ideias para a reabilitação do Parque Mayer, em Lisboa e, entre outros prémios nacionais e internacionais conta com uma menção honrosa no concurso para o Grande Museu Egípcio, no Cairo.


A intervenção envolve um montante próximo dos 400 mil euros e será financiada no âmbito do INALENTEJO, regulamento Política de Cidades – Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação, com uma taxa de comparticipação de 85%.

Este projecto foi desenvolvido em parceria com o IGESPAR e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo e conta com o parecer favorável destas entidades.

Também em parceria com a Direcção Regional de Cultura está a ser desenvolvido um Plano estratégico para o Castelo de Alandroal que visa enquadrar futuras intervenções ainda necessárias, como por exemplo, a reabilitação do caminho de ronda.


João Grilo, presidente da autarquia, referiu que “muito se tem falado de requalificação do vasto e riquíssimo património arquitectónico e monumental do concelho, mas este é o primeiro passo concreto e significativo nesse sentido, facto que muito orgulha este executivo, uma vez que é um projecto desenvolvido de raiz neste mandato e representativo do rumo que queremos traçar. A requalificação do castelo e os eventos culturais que estamos a perspectivar para este espaço são uma das melhores formas de projectar este concelho”.

Fonte: Diário do Sul, 22.04.2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Alandroal: Crise aumenta pressão para respostas a nível local, diz autarca

As medidas de austeridade associadas ao resgate UE./FMI vão ter reflexos no dia-a-dia dos portugueses. No Alandroal, a Câmara prepara um plano de acção social direccionado às famílias em situação de pobreza ou carência financeira. «O actual cenário de crise aumentará seguramente a pressão sobre a autarquia para dar as respostas que vão faltar do lado do poder central e o total alcance das necessidades é ainda difícil de prever», diz João Grilo, presidente da autarquia.

Num concelho com cerca de 6.500 habitantes (quase 30 por cento da população tem mais de 65 anos), as apostas locais em termos de educação e acção social são determinantes para combater as tendências de despovoamento dos últimos anos. Acresce que neste concelho, os dados mais recentes apontam para meia centena de beneficiários do Rendimento Social de Inserção e para 170 inscritos no subsídio de desemprego.

Num momento de crise, assinala o autarca, a Câmara, por sua vez, lida todos os dias, o melhor que pode, com uma «situação financeira no limite de sustentabilidade enquanto procura recuperar dos excessos do passado». «Mesmo que não existisse uma crise nacional, o Alandroal já teria pela frente pelo menos 12 anos de grandes dificuldades em virtude do passivo de cerca de 30 milhões de euros acumulado nos últimos 8 anos e do consequente Plano de Saneamento Financeiro (leia-se empréstimo) em que está envolvido. Convém lembrar que entre o que foi gasto e o que ficou em dívida, foram comprometidos mais de 90 milhões de euros em dois mandatos. Não deviam estes 90 milhões de euros – 18 milhões de “contos” – ter outra visibilidade? Ter projectado o Alandroal para outro patamar? Ter preparado o concelho para enfrentar a crise com outras possibilidades? Para onde foram e em que se transformaram? Vamos ter muito tempo para procurar, entre todos, respostas para estas questões. Nisto como em muitas outras coisas, “o Alandroal é Portugal”, como disse Miguel Sousa Tavares, mas tal não nos serve de consolo», refere João Grilo.


Proximidade


No limite e, apesar das dificuldades, a Câmara assegura que tem desenvolvido desde o início do mandato um trabalho de «resposta atempada de proximidade e de compromisso» com o que a população espera da Autarquia - «Procuramos não defraudar as expectativas dos fornecedores locais. Assim como estamos atentos aos nossos compromissos na educação, na acção social (cartão social do idoso) e noutras respostas. Tudo isto sem descurarmos a construção de um projecto de futuro para o concelho com os pés bem assentes na terra, através de um significativo conjunto de medidas de apoio aos empresários e à economia local».

Segundo Grilo, a autarquia prepara ainda «novas medidas para aumentar a capacidade de resposta social em tempo de crise». E explica: «Temos em fase de discussão pública um Regulamento de Intervenção Social no Município de Alandroal que pretende constituir-se como um plano de acção social direccionado às famílias em situação de pobreza ou carência financeira motivadas por situações de desemprego de um ou dois elementos do agregado familiar. Paralelamente, estamos a preparar um protocolo com o Centro Social e Paroquial de Alandroal para um reforço da valência “família e comunidade” que apoia directamente os mais necessitados. Vamos formalizar um protocolo de colaboração com os Bombeiros Voluntários de Alandroal para garantir que estes vão ter condições para estar próximo das pessoas quando são necessários».

A finalizar, o autarca adianta a criação de um Conselho Consultivo Municipal, constituído por membros da sociedade civil do concelho, para «enriquecer o debate e ampliar a reflexão sobre o rumo a traçar».


Quarta, 13 de Abril de 2011 - 11:18

Fonte: Notícias Alentejo

domingo, 3 de abril de 2011

MUDA INFORMA



Cordão humano em Alandroal contra alterações ao transporte de doentes não urgentes
Sábado, 02 Abril 2011 21:19
Várias centenas de pessoas participaram hoje na vila alentejana de Alandroal num cordão humano, em protesto contra as alterações introduzidas no transporte de doentes não urgentes.

O cordão humano, que integrou pessoas das várias localidades do concelho de Alandroal, decorreu entre a Praça da República e o Centro de Saúde da localidade.

O presidente do município, João Grilo, que integrou a iniciativa, disse à Agência Lusa que o objetivo do cordão humano foi o de “chamar a atenção para os problemas que se vivem atualmente em relação ao transporte de doentes não urgentes”.

“Temos um registo contínuo e constante de situações de pessoas que deveriam beneficiar de transporte face às suas situações clínicas e que não estão a ter esse benefício”, salientou o autarca, eleito por um movimento independente.

João Grilo referiu ainda que “não se pode permitir que pessoas que têm direito a transporte para consultas, exames médicos e tratamentos, fiquem privadas desse direito, e não tendo condições económicas para as deslocações, fiquem em casa”.

“O mais importante é que todas as entidades se conjuguem para que nem uma pessoa que tenha direito a transporte para consulta ou para fazer tratamento ou exame médico, fique privada desse direito”, realçou.

Segundo o autarca, vai decorrer na sexta-feira outra reunião, sobre esta situação, entre a autarquia e as entidades responsáveis pela saúde no concelho e no distrito de Évora.

O deputado do PCP eleito pelo círculo de Évora João Oliveira, que participou também no cordão humano, considerou que “medidas deste tipo, de corte no transporte de doentes e nos direitos à saúde fazem-se sentir no concelho de Alandroal de uma forma duplamente gravosa”.

“Trata-se de uma região com uma população envelhecida, com poucos recursos económicos e que não tem condições de custear aquilo que é um direito que a Constituição prevê, o direito à saúde”, salientou.

Rita Martins, 62 anos, residente em Alandroal, participou no cordão humano para exigir que seja “resolvida a situação do corte nas credenciais” para o transporte de doentes não urgentes.

Outro residente no concelho, Manuel João Palhoco, 77 anos, que integrou a iniciativa, disse à Lusa que “é um problema a falta de transporte para os doentes”, acrescentando que “as reformas são baixas e não chegam para pagar as deslocações”.

O vereador do município de Alandroal, Custódio Costa (CDU), numa intervenção junto ao Centro de Saúde, exigiu a “revogação o mais rapidamente possível do despacho do Governo” relacionado com o transporte de doentes não-urgentes.

Assinado pelo secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, o despacho, que entrou em vigor a 01 de janeiro, determina que o acesso ao transporte pago pelo Ministério da Saúde passa a ter que responder obrigatoriamente a dois requisitos: prescrição clínica e insuficiência económica.


terça-feira, 29 de março de 2011


Alandroal: Cordão Humano contra as alterações ao transporte de doentes não urgentes no próximo Sábado


A população do concelho de Alandroal vai organizar um Cordão Humano, no próximo sábado dia 2 de Abril, pelas 11:00 horas, entre a Praça da República e o Centro de Saúde de Alandroal, para manifestar o seu descontentamento em relação às alterações introduzidas no transporte de doentes não urgentes.

Esta foi a principal decisão que saiu da reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Alandroal, que decorreu no Fórum Cultural de Alandroal no passado dia 25 de Março, e que teve como objectivo reunir as entidades com responsabilidade na saúde para discutir a questão das alterações ao transporte de doentes não urgentes, recentemente introduzidas pelo Ministério da Saúde.

A reunião contou com a presença dos deputados da Assembleia da República eleitos pelo círculo de Évora, João Oliveira (PCP) e Luis Capoulas (PSD), representante do Governo Civil de Évora, Renata Marques e ainda do Presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo. Também os representantes dos Bombeiros Voluntários de Alandroal, dos taxistas e das IPSS’s do concelho fizeram questão de estar presentes para debater a situação. De notar as ausências dos representantes da Saúde, sendo que nem a Administração Regional de Saúde do Alentejo, o Centro de Saúde de Alandroal ou o Agrupamento dos Centros de Saúde do Alentejo Central I se fizeram representar. A bancada do Partido Socialista (PS) esteve representada apenas por um deputado e também os dois vereadores da câmara municipal eleitos por este partido não compareceram.

Às entidades presentes juntou-se cerca de uma centena de munícipes do concelho de Alandroal, que responderam ao convite para participar na sessão, expuseram os seus casos pessoais de negação do acesso à saúde, provocadas por esta alteração nos transportes, e lamentaram ainda que os responsáveis pela saúde no concelho não tenham comparecido na reunião para ouvi-los. Ao longo de mais de três horas as entidades presentes e os deputados municipais debateram a questão e expressaram os seus pontos de vista sobre as alterações aos transportes de doentes não urgentes. No final da reunião ficou claro que muitos munícipes do concelho de Alandroal estão a deixar de comparecer às consultas e aos tratamentos que lhes são prescritos por falta de transporte.

A realização de um Cordão Humano foi a forma de luta encontrada por todos os presentes para demonstrar o descontentamento em relação a esta questão. A Câmara Municipal de Alandroal lança o apelo a toda a população para que no próximo Sábado, dia 2 de Abril, saia de casa e participe nesta iniciativa. Todos juntos poderemos fazer a diferença. De referir ainda que vão estar disponíveis transportes para o Alandroal, nos locais habituais, a partir das 10:00 da manhã.


O MUDA apela a todos os seus apoiantes para participarem nesta manifestação em defesa do nosso direito à saúde!

domingo, 27 de março de 2011

SAÚDE EM DEBATE

Alandroal: Assembleia Municipal discutiu alterações aos transportes de doentes não urgentes

O Fórum Cultural de Alandroal recebeu, na passada sexta-feira dia 25, uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Alandroal, que teve o objectivo de discutir, entre todas as entidades envolvidas, as alterações aos transportes de doentes não urgentes, recentemente introduzidas pelo Mistério da Saúde.

Esta decisão surge na sequência da aprovação de uma Moção na reunião da Assembleia Municipal, no passado dia 25 de Fevereiro. Entre outras medidas, a referida Moção, que foi aprovada por unanimidade, prevê a realização de uma sessão de debate entre todas as entidades envolvidas neste processo.

Muitos foram os Alandroalenses que responderam ao convite e que encheram por completo o auditório do Fórum Cultural, às quais se juntaram os deputados da Assembleia da Republica eleitos pelo círculo de Évora, nomeadamente Dr. João Oliveira (PCP) e Dr. Luis Capoulas (PSD), bem como os representantes da Administração Regional de Saúde do Alentejo, do Agrupamento dos Centros de Saúde do Alentejo Central I, da Governadora Civil do distrito de Évora e do Centro de Saúde de Alandroal.

Fonte: Rádio Campanário - 27 de Março de 2011

Nota: Ao contrário do que a Rádio Campanário noticia, não estiveram presentes quaisquer representantes das entidades ligadas à saúde. Nem do Centro de Saúde de Alandroal, nem do Agrupamento de Centros de Saúde, nem da ARS Alentejo. O MUDA lamenta que nenhum dos responsáveis tenha mostrado disponibilidade para, no cumprimento dos seus deveres perante os cidadãos, ouvirem as preocupações dos mesmos.

Note-se ainda que esteve presente apenas um deputado municipal da bancada do PS. Foi notada ainda a ausência dos dois vereadores eleitos pelo PS no Alandroal.

sábado, 26 de março de 2011

ALANDROAL ADERIU!

81 municípios portugueses apagam as luzes pela preservação do planeta

26 de Março de 2011, 01:04

Na noite deste sábado entre as 20h30 e as 21h30, 81 municípios portugueses vão participar no apagão mundial com o objectivo de alertar para a preservação do Planeta e para o problema das alterações climáticas.

"Temos um recorde de adesões e estamos satisfeitos", salientou Ângela Morgado, da organização WWF, que, ainda assim, espera que nas últimas horas antes do "apagão" haja mais câmaras a aderir e que se atinja os 90 municípios.

Embora seja difícil fazer uma previsão, com um terço de municípios, a porta-voz da WWF em Portugal estima que entre um a dois milhões de pessoas desliguem as luzes no sábado em Portugal. O número poderá chegar às centenas de milhões em todo o mundo.

O objetivo da Hora do Planeta é levar as pessoas a desligarem as luzes, assinalando o seu compromisso com o planeta, partilharem histórias e ações que beneficiem a Terra, através da internet, e adotarem comportamentos diários sustentáveis, como explica a associação ambientalista promotora da iniciativa.

Quanto aos monumentos que se espera que fiquem às escuras na Hora do Planeta "são basicamente em Lisboa os mais emblemáticos", como o Mosteiro dos Jerónimos, Ponte 25 de Abril, Cristo Rei (Almada), Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos ou Castelo de S.Jorge.

As novidades este ano são "as duas estações [ferroviárias], de Santa Apolónia e do Rossio, o Teatro D. Maria II e o Aqueduto das Águas Livres", avançou Ângela Morgado, acrescentando alguns monumentos simbólicos fora da capital, como a Sé de Évora ou a Sé de Faro.

Cristo Redentor e Torre Eiffel às escuras

A nível internacional, 133 países aderiram à iniciativa, quatro mil cidades e centenas de ícones emblemáticos e paisagens, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o edifício mais alto do mundo no Dubai, o Palácio Real na Tailândia, a Torre Eiffel ou a Ópera de Sidney.

"Temos alguns líderes políticos que declaradamente apoiam a Hora do Planeta, como o secretário-geral da ONU, o primeiro-ministro britânico ou a primeira-ministra da Austrália", disse Ângela Morgado.

"Iniciativa vale pelo simbolismo mas a poupança de energia não é muita"

A Quercus não está envolvida directamente na iniciativa mas tem recebido alguns pedidos de informação de empresas sobre o energia que poderão poupar durante o apagão global.

"Honestamente, não é muita", afirma Francisco Ferreira da Quercus ao SAPO. "A iniciativa vale pelo simbolismo da poupança de eletricidade, nas questões das alterações climáticas, mas o fundamental é aquilo que nós conseguimos fazer no dia-a-dia", acrescenta.

Francisco Ferreira considera que em matéria de poupança de energia Portugal "não se tem portado muito bem". "Nem mesmo com a crise o consumo de energia tem parado de aumentar", refere.

A Hora do Planeta começou em Sidney, em 2007, quando 2 milhões de pessoas desligaram as luzes. Em 2010, a iniciativa teve a participação recorde de 128 países em todos os continentes, incluindo o apagar das luzes nos mais reconhecidos ícones turísticos de todo o mundo.

Saiba mais sobre a iniciativa

@SAPO com Lusa


quinta-feira, 24 de março de 2011

MUDA INFORMA

Vereadora da Câmara de Alandroal apresentou pedido de suspensão de mandato

A vereadora da Câmara Municipal de Alandroal, Fátima Ferreira, apresentou um pedido de suspensão do mandato, pelo período de três meses, por motivos de natureza pessoal. O pedido foi apresentado na reunião de câmara de 23 de Março, tem efeitos a partir do dia 24 do mesmo mês e mereceu provimento do plenário do órgão executivo.

Na mesma reunião, o Presidente da Câmara, João Grilo, informou que na sequência desta comunicação a vereadora será substituída pelo elemento imediatamente seguinte na lista com que o MUDA se apresentou às eleições autárquicas de 2009, o Sr. Joaquim José Cuco Galhardas. Esta substituição levará a uma reorganização dos pelouros da autarquia.

Recorde-se que depois de tomar posse como Chefe de Serviços num centro de saúde de Évora, no início de Janeiro último, a vereadora já se encontrava em regime de não permanência tendo a seu cargo apenas dois pelouros, Acção Social e Saúde, por acordo com o Presidente da Câmara, e por um período de 3 meses, que agora termina.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

II MOSTRA GASTRONÓMICA DO PEIXE DO RIO


Intervenção do Presidente da Câmara, João Grilo, na cerimónia de abertura


É com enorme prazer que lançamos hoje a II Mostra Gastronómica do Peixe do Rio do Concelho de Alandroal.

Esta iniciativa emana da estratégia global que definimos para a promoção do concelho pelo que ele tem de genuíno, singular e irrepetível em qualquer outro lugar.

Nasceu da constatação óbvia da enorme riqueza e tradição gastronómica associada ao peixe do rio aqui existente e do modo como ela parecia adormecida como muitas outras riquezas deste concelho. Recordo que há um ano atrás, embora se comesse peixe do rio por todo o concelho, apenas um restaurante o tinha incluído na sua carta e o servia com regularidade.

Ora, esta tradição milenar estava apenas à espera de ser reavivada nas nossas mentes, gestos e palatos de modo a poder ser também partilhada com quem nos visita. Foi isso que a Câmara Municipal quis fazer.

Fizemo-lo em moldes diferentes do que é habitual neste tipo de certames, onde se tende a concentrar num só espaço a oferta gastronómica porque acreditamos no enorme efeito aglutinador que está associado a este modelo. Não queremos dinamizar apenas um espaço, queremos dinamizar um concelho. E queremos que o concelho se envolva no evento.

Este não é apenas um evento de promoção do concelho e da sua gastronomia. É também um importante momento para a dinamização económica de cerca de 30 micro e pequenas empresas: restaurantes, alojamentos, cafés, comerciantes de peixe, etc.

Aliás, o modo como estes empresários do concelho estão a aderir a esta iniciativa é para nós a melhor prova da sua importância. Em ralação à primeira edição, no ano passado, passámos de 8 para 13 restaurantes envolvidos. De 9 para 11 alojamentos. E mais três cafés na modalidade de petiscos, uma novidade deste ano.

Para este ano preparámos também um programa paralelo em torno do rio e do peixe. Quero destacar: A exposição “O Homem e o Rio”, que será por nós inaugurada daqui a pouco. As experiências culinárias, um ateliê de cozinha com o Chef António Nobre e um ateliê sobre “o vinho e o peixe do rio” com o enólogo Paulo Laureano. Um concurso de Pesca Desportiva em Juromenha. Um passeio pedestre “Em busca do Poejo”. E o grande momento de encerramento da mostra deste ano com uma “Caldeta para Todos” em Juromenha, que no fundo vão ser várias caldetas confeccionas como é tradição por alguns convidados de diferentes pontos do concelho. Portanto, razões não faltam para que todos encontrem uma forma de se envolverem neste evento.

Termino com um agradecimento aos Srs. Presidentes da ERT e do Pólo Turístico de Alqueva pela sua presença e pelo apoio que deram a esta iniciativa. A todos os restaurantes, alojamentos e cafés que participam e dão corpo a este evento. A toda a minha equipa, eleitos, funcionários e colaboradores que trabalharam de forma exemplar na preparação deste evento.

Deixo o convite para que nos acompanhem na inauguração da exposição na sala aqui ao lado e para que todos nos acompanhem num pequeno roteiro por alguns dos restaurantes aderentes logo de seguida.

Muito obrigado a todos

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PROGRAMA "DOIS DEDOS DE CONVERSA" 30.01.2011


Para quem perdeu o programa em directo, deixamos a informação de que ele será repetido na próxima Quinta-feira, pelas 18h00.


Clique aqui para ouvir o programa no site da rádio

sábado, 29 de janeiro de 2011

PROGRAMA "DOIS DEDOS DE CONVERSA"...



Amanhã, 30 de Janeiro de 2011, a partir das 09h00

João Grilo fala da gestão MUDA à frente da Câmara Municipal de Alandroal

A não perder!

ALANDROAL: CÂMARA NO COMBATE À CRISE

A Câmara de Alandroal aprovou quatro projectos de regulamento relacionados com o “Plano de Intervenção e Combate à Crise do Município de Alandroal” aprovado no passado mês de Novembro.

O projecto de Regulamento de Apoio aos Empresários e Investidores no Concelho de Alandroal prevê, entre outras medidas, a redução em 10% da Taxa de Derrama, redução de 10% na aquisição de terrenos nas Zonas Industriais de Alandroal e Santiago Maior, e a isenção ou redução até 80% de taxas e preços municipais para a fixação de novas empresas ou novos investimentos em função dos postos de trabalho criados.


Segundo a CM Alandroal, está prevista a realização de uma sessão de divulgação e de recolha de contributos junto dos empresários do concelho, em data ainda a definir.


O projecto de Regulamento de Apoio Social a Melhorias Habitacionais tem como objectivo apoiar as famílias mais carenciadas, e os idosos em situação de exclusão social, na melhoria das condições de habitabilidade das suas casas, através da comparticipação no custo de obras de conservação e reparação das mesmas.


Já o projecto de Regulamento de Intervenção Social no Município de Alandroal pretende constituir-se como um plano de acção social direccionado às famílias em situação de pobreza ou carência financeira, resultante da actual crise económica em que vivemos e motivadas por situações de desemprego de um ou dois elementos do agregado familiar. O apoio à compra de produtos alimentares e o apoio ao arrendamento de habitação são algumas das medidas previstas neste projecto de

Regulamento.


Por último, o projecto de Regulamento “Alandroal ComVida” tem como objectivoinverter a tendência de despovoamento que se verifica nos concelhos de interior, promovendo a fixação de novas famílias no concelho de Alandroal. A atribuição de 500 euros a novas famílias que se fixem no concelho, ou a eliminação do limite de idade para atribuição do subsídio de nascimento, são exemplos de medidas previstas neste Regulamento.


Os projectos de regulamento entrarão em discussão pública, por um período de 30 dias, após a publicação do respectivo Aviso no Diário da República.


Notícias Alentejo, 29 de Janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

PRESIDENCIAIS 2011 RESULTADOS NO CONCELHO



ALMOÇO CONVÍVIO DO MUDA (2)

Natal em qualquer dia.

Vale mais tarde que nunca”. Este adágio aplica-se, sem reticências, ao almoço natalício do MUDA.

Não houve oportunidade na quadra mais adequada à solidariedade, à confraternização ou ao convívio familiar.

Movimento é antónimo de apático e o MUDA movimentando-se veio a realizar o seu almoço de Natal, no dia 16-01-2011.

A efeméride Natal, pelo que no passado representou e no presente continua a representar, não será disparate nenhum, ser considerada um epicentro de movimento.

E não serão os movimentos precursores de Liberdade?

Não congregou Jesus multidões sedentas liberdade e justiça?

Não revolucionou o Mundo?

Alcança-se do Blog “A MUDAnça é feita em cada dia pelo contributo de todos”.

Nessa tarde, em que o Sol, rompendo o denso e persistente nevoeiro de várias dias, pareceu quer associar-se ao acontecimento.

Foi tentado passar, sem ensaios nem convencionalismos, a ideia de MUDAr as três componentes que normalmente se compõem estes almoços, comida, discurso e palmas.

Pretendeu-se, com aquela tentativa, livrar-nos, por momentos das amarras da cadeira, do cheiro do vinho ou até da pressão que um desconhecido, sentado ao nosso lado ou á nossa frente, nos possa causar e, ao mesmo tempo criar-se oportunidades para o aparecimento de novos valores nas diversas áreas da arte. Essa foi a intenção.

João Maria foi por duas vezes interrompido, quando discursava, com entrega de dois postais ilustrados.

Não terá sido uma manifestação de arte?

Porque não havemos de seguir o exemplo?

Pessoas houve que cantaram, que falaram em ensaios, em acordeão. Ao meu fax chegaram versos. A ideia desabrochou.

Dar-lhe-emos continuidade?

O mais importante e para que haja o já falado contributo de todos é soltarmo-nos de nós. Deitar cá para fora o que pensamos, a nossa ideia sem receios de espécie alguma.

Acabar de vez com aquela palavra condicionante que nos inibe de falarmos na altura própria, composta apenas por duas letras “S e E”, e nos deixa a falar sozinhos, “se fosse hoje....se fosse agora.....se soubesse o que sei hoje”. Um hoje que foi ontem, que já não volta e, que nos pode conduzir ao remorso ou ao arrependimento, chorando as oportunidades perdidas.

Acreditem que o pensamento é a maior riqueza do ser humano, a nossa maior propriedade. Vamos usá-lo.

Para que o Concelho continue a caminhar na estrada da credibilidade, da justiça e da liberdade a MUDAnça deverá operar-se em todas as áreas.

E como este ano choveu muito, vamos “meter as botas á ribeira”, vamos todos ser os arautos da MUDAnça.

Bem hajam.

Hélder Salgado.

24-01-2011